terça-feira, 25 de maio de 2010

Para ninguém entender

As cinzas do meu cigarro
Serão minhas cinzas amanhã?
Não sei andar de carro
Tenho medo de divã

Todo mundo tem bloqueios
Dúvidas, dívidas e indecisões
Os meus são bem estranhos
Dá pra encher vários caminhões

Alguns até posso contar
Outros escondo no meu travesseiro
Na primeira estrofe tem um par
Alguns se escutam enquanto conto carneiros

O silêncio da minha sala
É algo assustador
Dá para escutar a minha alma
Me dizendo: "Não sinta dor"

Já mudei até de assunto
Para não contar os meus anseios
Não é o lugar nem o momento
De entregar meus devaneios

2 comentários:

  1. Mother Fucker!..
    Algumas linhas de arrepiar..
    temos infos a trocar..

    ResponderExcluir
  2. Suas rimas são do caralho
    e vamo seguir nosso trato
    nessa sexta amanheço no baralho
    e no sabado cumpro o contrato
    ou chegou a tua hora
    de beber feito um cão
    na duvida sairiei daqui agora
    e beberei um caminhao

    ResponderExcluir